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FADECAM

FADECAM

Um grupo formado por discentes do segundo semestre do curso Tecnologia em Agroecologia, da Universidade Federal do Pará- Campus Abaetetuba, coordenado pelas professoras Magda Nascimento e Mayane Barbosa (Fadecam/UFPA), participou do IV Encontro Regional de Agroecologia (ERA), em Cametá, que aconteceu no período de 05 a 08 de junho, com o tema "Do mapará ao açaí: A agroecologia como fonte de Resistência no Baixo Tocantins". O evento possibilitou momentos de vivência social entre comunidades, discentes, docentes, pesquisadores, agricultores, agricultoras familiares, quilombolas, ribeirinhos e movimentos sociais, e também a possibilidade de conhecer sobre o funcionamento das Casas familiares rurais e a indissociabilidade entre Agroecologia e Educação do Campo. Além de outras atividades acadêmicas, foram ministradas palestras por profissionais como Carin Primavesi e Osvaldo Ryohei Kato, autores de referência nos estudos sobre agroecologia e também educação.

 

 

O Instituto Amazônico de Agriculturas Familiares (INEAF) da Universidade Federal do Pará (UFPA) está com inscrições abertas para o curso de Especialização em Gestão de Sistemas Agroextrativistas para Territórios de Uso Comum na Amazônia (GESAM). O curso tem o objetivo de aperfeiçoar a formação profissional voltada para a gestão de territórios de uso comum, envolvendo as diversas realidades produtivas, socioculturais e de gestão dos recursos presentes nesses territórios na Amazônia. O edital oferta 25 vagas, com inscrições gratuitas, que podem ser feitas até o dia 15 de maio de 2019.

Nas últimas décadas, houve uma grande expansão de diversos modelos de territórios de uso comum na Amazônia, envolvendo diversos ecossistemas e populações com diferentes identidades socioculturais e práticas produtivas. Isso requer o aperfeiçoamento de profissionais com perspectiva interdisciplinar voltada para dialogar e interpretar os vários contextos socioculturais, econômicos e ambientais, envolvendo a gestão desses territórios na região. O curso terá uma carga horária por eixo de formação, com um total de 420 horas (28 créditos). Para ampliar a possibilidade de participação de profissionais de outros Estados da Amazônia, o curso será oferecido em módulos, no formato presencial.

Processo seletivo - Dividido em duas etapas eliminatórias, o processo seletivo aborda carta de intenção, entrevista e o Curriculum Vitae. Nas entrevistas, a serem realizadas no dia 22 de maio, serão avaliadas as cartas de intenção, em conjunto com as entrevistas, a argumentação e a justificativa acerca do interesse no curso. As entrevistas com candidatos em domicílio fora de Belém (incluindo outros estados) poderão ser realizadas via skype.

Inscrições - Os candidatos ao processo seletivo deverão apresentar, no momento da inscrição, os seguintes documentos: formulário de inscrição devidamente preenchido (conforme modelo anexo 1, presente no  edital); uma foto no formato 3 x 4; cópia do diploma (ou declaração equivalente) de conclusão de curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), de quaisquer áreas do conhecimento; cópia da carteira de identidade (RG) e do cadastro de pessoas físicas (CPF) e curriculum vitae no formato lattes/CNPq, disponível aqui.

As inscrições serão realizadas diretamente na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas, INEAF. Serão aceitas inscrições via Correios (postadas como carta registrada ou Sedex) até a data de encerramento do prazo. O comprovante de envio da documentação deverá ser encaminhado para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Curso - O desenho curricular está estruturado de forma a contemplar três unidades de formação em recortes que dialogam com questões prioritárias do desenvolvimento e da gestão dos territórios de uso comum, em consonância com as tradições curriculares do INEAF:Conceitos e Contextos: Populações, Territórios e Políticas; Produção Familiar Agroextrativista e Gestão dos Recursos Comum: Métodos de Análise; e Diálogos Agroextrativistas: Gestão e Desenvolvimento.

O primeiro módulo ocorrerá de 3 de junho a 5 de julho. O segundo, de 21 de agosto a 18 de outubro de 2019. O terceiro e último módulo está agendado para o período de 2 de março a 30 de abril de 2020. Os demais meses serão dedicados ao desenvolvimento de pesquisa e à produção do trabalho final. O curso terá duração total de 12 meses, e as disciplinas modulares serão oferecidas no turno matutino, das 8h às 12h.

Serviços:
Inscrições para o curso de Especialização em Gestão de Sistemas Agroextrativistas para Territórios de Uso Comum na Amazônia (GESAM).
Data: até 15 de maio de 2019
Inscrições: Diretamente no INEAF da UFPA, térreo do prédio da Geofísica.
Contatos: (91) 3201-8010 ou (91) 3201-7913.
Para mais informações acesse o edital.

Texto: Gilberto Moura – Assessoria de Comunicação da UFPA
Arte: Divulgação

Mensagem original copiada do site: https://portal.ufpa.br/index.php/ultimas-noticias2/10065-inscricoes-abertas-para-especializacao-erm-pos-em-sistemas-agroextrativistas-para-territorios-de-uso-comum-na-amazonia

 

A Faculdade por meio do Grupo de Pesquisas DIDRA, coordenado pelo Docente Livio Claudino, teve importante atuação no projeto, que apoiou a Feira da Agricultura Familiar de Abaetetuba (AFAFA), tendo coorientado um bolsista de Iniciação Tecnológica e Industrial (ITI/CNPq).

O Grupo de Pesquisa/ação Dispositivos, Instituições e Desenvolvimento Rural (DIDRA), convida a comunidade acadêmica, interna ou externa à UFPA, para conhecer as atividades do grupo em reunião Especial de Acolhimento a ser realizada dia 15 de abril de 2019, no Campus Abaetetuba, sala 18, 14h, no bloco de Pedagogia.

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O Grupo DIDRA é composto por pesquisadores, estudantes de graduação, pós-graduandos, professores, agricultores e técnicos, além de congregar demais interessados, que atuam nas seguintes linhas de pesquisa/ação:  1. Agricultura familiar, Agroecologia, mercados e desenvolvimento sustentável; 2. Dispositivos e as instituições relacionadas ao desenvolvimento (rural) sustentável. Atualmente, o grupo tem em andamento projetos de pesquisa e extensão sobre: Produção de adubos orgânicos; diagnóstico e acompanhamento da produção, organização, comercialização e marketing da agricultura familiar e implantação de Sistemas Agroflorestais, recuperação de áreas degradadas, desenvolvendo pesquisas em lotes de agricultores e laboratórios na UFPA.

As reuniões do grupo ocorrem às segundas feiras, às 14h, no campus da UFPa de Abaetetuba.

Para maiores informações:

facebook.com/didra.gp

instagram.com/gpdidra

didra.ufpa.br

dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/6167031634247475

 

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    A experiência da Espiral de Ervas Medicinais foi realizada no dia 30 de março de 2019 na Universidade Federal do Pará, campus Abaetetuba. Teve como objetivo desenvolver uma ação mobilizadora em conjunto com os estudantes para executar práticas agroecológicas. Foi dividida em parte teórica e prática com duração de 4h. Contou com a participação de 30 estudantes da graduação dos cursos de Tecnólogo em Agroecologia 2018 e Educação do Campo 2015.

    A iniciativa partiu da professora Magda Nascimento que ministra a disciplina Ética e Educação Socioambiental após discussão realizada em sala de aula sobre a necessidade de encaminhamentos práticos e contou com o apoio do professor Jones Gomes que disponibilizou o espaço a frente do Museu do Tocantins para a atividade. A oficina favoreceu a troca de experiências, a capacidade de utilizar materiais disponíveis na natureza como troncos de árvores, cipós e terra, o aprendizado em relação a importância do trabalho coletivo e o grande valor cultural, terapêutico e ornamental que as plantas medicinais possuem. Como encaminhamentos a manutenção da espiral continuará sobre os cuidados de todos os participantes, traçou-se como meta desenvolver outras práticas agroecológicas no Campus.

A Faculdade de Formação e Desenvolvimento do Campo (Fadecam), do Campus  Universitário de Abaetetuba, tem a honra de convidar a comunidade acadêmica para  compartilhar notícias e informações similares de ações desenvolvidas pelo coletivo, em busca de promover a socialização. Destacamos a prioridade para eventos a ocorrer. A Diretoria de Comunicação reitera que a publicação das ações é de suma importância para o crescimento da faculdade.

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As atividades de Extensão desempenhadas pelos docentes do campus de Abaetetuba têm se expandido a cada ano. Prova disso, é que o campus de Abaetetuba, de uma maneira geral, vem ampliando a sua participação no programa PIBEX, possibilitando que alunos tenham acesso a bolsas, e a comunidade em geral seja atendida pelas inúmeras ações. Para se ter uma ideia do crescimento, em 2016, o campus teve contemplados 5 projetos; em 2017, foram 15; em 2018, em duas chamadas, foram 5 em cada uma; e agora, em 2019/1, foram 10 projetos. Desse total, 30% são docentes da Fadecam, conforme listados abaixo:

 

Jacqueline Cunha da Serra Freire

Ubuntu: Encontro de África(s) da Amazônia

 

Jones da Silva Gomes

Educação Patrimonial pelas Artes Devocionais: Reconhecendo os rezadores de ladainhas do Ramal do Cataiandeua/Abaetetuba-Pa

 

Yvens Ely Martins Cordeiro

Açaí Quilombola: Novas oportunidades, novas perspectivas

 

A Fadecam parabeniza todos os docentes do campus!

 

Acesse o resultado final aqui

 

A poética do Oleiro

A exposição é resultado de uma ação de educação patrimonial ligada ao projeto  “Arte de Pintura em cerâmica” desenvolvido no  Curso de Artes Visuais do Campus de Abaetetuba na disciplina estágio supervisionado, em parceria com o Museu do Baixo Tocantins. A atividade consiste numa oficina de pintura dada pelos discentes do curso aos alunos da Escola Municipal Santa Anastácia do 5º ano/ Bairro do Mutirão/Abaetetuba. Tais pinturas serão realizadas em obras de cerâmicas produzidas pelo mestre Martinho Rodrigues da Comunidade São José do Manacapuru/Rio Caria. São mais de 40 peças de barro emoldurados pelas mãos do artesão e pintados pelos alunos.  As imagens fotográficas expostas ao público a partir do dia 19 de março até o dia 20 de maio no espaço do Museu do Tocantins, foram registradas a partir das atividades do mestre em sua olaria pela aluna do curso e também pintora das peças Maria do  Carmo Ferreira Ribeiro que registrou  algumas de suas memórias em entrevista divulgada ao público.